Com o propósito de ir mais a fundo nas questões psicológicas, que ao meu ver é o que realmente faz a diferença, criei este outro blog: Evolução da Consciência
OBS: Não será postado nada novo neste blog, apenas no novo.
"Crossroads: Labor Pains of a New Worldview" é um documentário que explora a profundidade da presente condição humana e o surgimento de uma visão mundial que está a recriar o nosso mundo de dentro para fora.
O foco do filme é a mente humana, o funcionamento da psicologia humana à nível individual, mas principalmente seu funcionamento dentro de um coletivo. Aborda a conexão que existe entre o meu comportamento e o seu, como nos afetamos, e também como o ambiente nos afeta, pois somos seres Bio-Psico-Sociais, essa é a trindade na qual a ciência atual opera na busca de entender o comportamento humano.
É importante lembrar que nenhum problema jamais foi resolvido com o ato de suprimir seus sintomas, é preciso que nos direcionemos até a causa em si.
Então fica a questão: Qual é a causa?
"Série online de 30 min, criada e hospedada por Peter Joseph(Criador da Trilogia Zeitgeist). Tal como acontece com todos os trabalhos de vídeo de Peter, está faz parte de um "Projeto de Mídia com Distribuição Livre"(Free Project Media Distribution), que permite a distribuição aberta, sem fins lucrativos, de seus meios de cinema em todo o mundo."
"Cultura em Declínio" (Culture In Decline) é uma expressão satírica mas séria que desafia vários fenômenos culturais existentes hoje e que a maioria da sociedade parece tomar como garantida. Nada é considerado sagrado nesta série com exceção de uma referência individual de lógica fundamental e razão - forçando o espectador a sair da caixa de "normalidade" e a considerar as nossas práticas sociais sem a tradicional bagagem e preconceitos. Temas comuns incluem política, economia, educação, segurança, religião, vaidade, Governança, Mídia, trabalho, tecnologia e outras questões centrais de nossas vidas diárias.
Todos episódios estão legendados, se a legenda não funcionar, abra o vídeo no YouTube e ative a legenda nas opções do vídeo.
"Este show de abertura foca as próximas eleições presidenciais dos Estados Unidos 2012 e sobre o tema de qual o nosso entendimento sobre o que é "democracia" no mundo de hoje."
O tema deste episódio, intitulado "Economia 101" trata do assunto de Cálculo Econômico, lógica de mercado e suas consequências, juntamente com considerações sobre os princípios científicos da sustentabilidade. Este episódio apresenta retórica prolixa e geralmente insultuosa, um demônio como convidado especial, um repórter direto das ruas e o retorno do capitalista com terno cor de pêssego - o alter ego de Peter."
"Cultura em Decadência #3 apresenta uma nova doença epidêmica que está se espalhando rapidamente pelo mundo: "Transtorno de Consumo-Vaidade".
Essa doença não se espalha através da mutação de vírus ou predisposição genética, mas através de 'Memes' culturais, transformando o mundo em uma fossa de mini-shoppings, distúrbios de auto-imagem, materialismo extravagante, peitos falsos e transgressões sociais beligerantes."
"Nesse episódio, Peter investiga a natureza da Guerra e o conflito humano; a Casa Branca declara Guerra à Natureza em si; um chef francês prepara uma iguaria internacional para as crianças; Louie o demônio da lógica retorna para incomodar todo mundo e nosso 'Homem na Rua' fica louco."
Neste episódio de Cultura em Decadência, o tema da Segurança será investigado. Os terroristas do mal aparecerem novamente apavorando as companhias aéreas, o cara com gravata nos lembra quem está no controle e uma premiação especial para um personagem muito notável no Debate de Controle de Armas.
Participações Especiais de Chad Fisher (Alex Jones) e Rick Overton.
Neste episódio final da temporada, Dr. Peter Joseph apresenta sua novíssima Máquina do Tempo, guiando a todos através de dois possíveis futuros. O primeiro explora a atual tendência que pode nos levar à níveis cada vez maiores de declínio; O segundo mostra o que o mundo pode ser... se todos de fato se importarem pra fazer isso acontecer.
Documentário inspirado pelo livro de Deepak Chopra, Debbie Ford e Marianne Williamson. "O Efeito Sombra" tem como tema principal o conflito entre quem somos e quem queremos ser, conflito que cada ser humano convive dentro de si. Aborda também a questão da Dualidade que vivenciamos na atual realidade, seja no mundo interno ou externo. Essa dança entre os opostos é necessária para existir qualquer tipo de interação e compreensão, pois se não há escuridão como podemos distinguir a luz? Se não há frio, como podemos dizer que algo é quente? Carl Jung fez uma observação interessante sobre esse fato: "Até mesmo uma vida feliz não pode existir sem uma medida de escuridão, e a palavra “feliz" perderia seu significado se não fosse equilibrada pela “tristeza". É muito melhor aceitar as coisas como elas vêm, com a paciência e equanimidade."
Sinopse:
“Os monstros não dormem em baixo da sua cama,
eles dormem dentro da sua mente”
O que é a Sombra? A Sombra é tudo aquilo que não queremos ser, mas somos. Todos nós temos um lado obscuro. É aquele sentimento escondido de todos, e aquele desvio de comportamento que uma pessoa considerada "boazinha" possui. É o desejo de se entregar ao vício, de explodir, de brigar. É toda a energia que tentamos não ter. Porém a Sombra é parte nossa, e por ser algo bom, mas escondida e excluída, pode transformar-se em maus pensamentos. Mas descoberta e compreendida, a Sombra nos levará ao caminho da plenitude! Sairemos da ilusão de que nossa obscuridade nos dominará e, em vez disso, veremos o mundo sob uma nova luz, uma nova perspectiva. A empatia que descobrimos por nós mesmos dará ignição para nossa confiança e coragem à medida que abrirmos nosso coração a todos ao nosso redor. O poder que desencavamos nos ajudará a confrontar o medo que esteve nos segurando e nos incitará a seguir adiante, rumo ao nosso mais alto potencial. Longe de ser assustador, abraçar a sombra nos concede uma inteireza, permite que sejamos reais, reassumindo nosso poder.
Documentário Completo e Legendado
Abaixo algumas citações do livro que achei relevante destacar.
"… O inconsciente não tem a ver com ‘eu’. Tem a ver com nós. Quando uma pessoa tem impulsos e ímpetos inconscientes, eles vêm de toda história da raça humana. Segundo Jung, cada um de nós está ligado a uma ‘consciência coletiva’, como ele assim chamava. A noção de que você e eu criamos nossos self separados e isolados uns dos outros é uma ilusão." Pág. 28
"A medida que nos tornamos mais presentes e alertas, começamos a ver quanto somos robóticos e encurralados nas personalidades que criamos. E podemos escolher tomar medidas proativas para lidar com as sombras que estão nos prendendo e tentar nos libertar. Não se iluda: se não lidarmos com essas sombras, elas lidarão conosco…" Pág. 132
"A sombra não tem apenas as nossas características sombrias, ou aquelas que a sociedade considera más. Ela também inclui todas as qualidades positivas que escondemos. Essas qualidades positivas são frequentemente citadas como ‘sombra iluminada’. Não sepultamos apenas nossas obscuridades, mas também nossos traços positivos – aspectos poderosos, amorosos e deliciosos… Podemos ter enterrado a genialidade, a competência, o humor, o sucesso ou a coragem. Talvez tenhamos escondido a autoconfiança, carisma ou força." Pág. 177
Trabalhar com nosso lado sombra é de vital importância, tanto na vida cotidiana quanto na vida dedicada à Arte. Cada vez mais, percebemos que as pessoas têm a tendência de esconderem dos outros e de si mesmas, seu lado escuro. Aprendemos, ao longo de nossas vidas, a mostrar para a sociedade somente o lado que a mesma deseja ver. Formamos nossa personalidade de acordo com as regras ditadas por ela e o que ela não gosta, nós escondemos, fechamos em um baú e jogamos a chave fora. Como para atingirmos certos objetivos na vida, nós precisamos seguir as regras sociais, nós acabamos criando um padrão, uma fachada para apresentar às pessoas, sejam nossos familiares, sejam nossos amigos ou sejam nossos conhecidos. E é por isso que fica tão complicado de trabalharmos com nossa sombra, nos apegamos a vários comportamentos e "verdades" que criamos para nós.
"Está tudo na sua cabeça"
Trabalhar com nosso lado menos agradável requer, antes de mais nada, maturidade. É preciso aceitar que temos defeitos antes de sairmos por aí acusando ou criticando as outras pessoas por suas atitudes que, por vezes, é a nossa atitude também. E tal ação é fundamental para aqueles que querem seguir o caminho da verdade. Para começar, é preciso parar, olhar para dentro de nós e analisar a fundo nossa personalidade: do que gostamos, do que não gostamos, como reagimos a certas situações, quais são as nossas atitudes instintivas, enfim, todas as atitudes que temos no momento em que nos relacionamos com os outros e com nós mesmos.
Precisamos entender nosso comportamento antes de meditar.Se nós não entendemos o motivo de termos determinadas atitudes, como vamos entender o por quê nós estamos realizando tal meditação, ou temos tal atitude? Temos que parar para analisar se o que estamos fazendo é bom parar nós ou é só para mostrar ao outro como somos poderosos ou como conseguimos tal resultado com facilidade. E é no ocultismo que observamos essas atitudes mais claramente. Podemos ver isso em qualquer lugar que haja pessoas denominadas Mestras e que queiram aparecer mais que os outros. É a legítima fogueira das vaidades.
É preciso que nós tenhamos total consciência desse lado “ruim” para que possamos trabalhar com ele e que possamos, então, evoluir espiritualmente, afinal, para haver a luz, é preciso haver também a escuridão(Analise sobre a Dualidade). Entender a si mesmo é um processo complicado e complexo que envolve tempo e determinação da pessoa que quer seguir um caminho equilibrado. É importante que, nesse caminho, nenhuma etapa seja pulada, pois poderão surgir lacunas nas quais faltarão algumas conexões e algum entendimento do que a pessoa esteja buscando.
Uma boa ocasião para a pessoa analisar-se é ver sua reação em determinada situação. Por exemplo: se a pessoa está em um grupo, como ela reage se alguém diz que conseguiu tal resultado? Sente inveja, ciúmes, raiva? Esses momentos são perfeitos para a pessoa fazer sua auto-análise, pois é na vivência e na prática que a pessoa pode se analisar diante de determinada ocasião. Por isso dizem que "um bom ocultista não é aquele que aparenta ser calmo, sereno, mas que fora do campo de visão dos outros se estressa facilmente e sai agredindo os outros, um ocultista de verdade, é aquele que entende a si mesmo, entende o motivo de ficar zangado em determinada situação e trabalha com esse sentimento para saber como lidar com ele seja em qual situação for. Um ocultista de verdade é aquele que tem os dois lados da mesma moeda em seu coração e sabe usá-los com justiça e consciência."
"Não existe como criar consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, não importa o quão absurdo seja, para evitar encarar a própria alma. Não nos tornamos iluminados apenas imaginando figuras de luz, mas criando consciência da escuridão. Porém, esse procedimento é desagradável, portanto, não popular." - Carl Gustav Jung
A única maneira de mudarmos o mundo de fato, é mudando a nós mesmos. Não adianta julgar e punir as pessoas por coisas que nós mesmos fizemos e fazemos ainda. Estamos todos passivos a errar, critique apenas de maneiras construtivas, jamais para machucar. Não seja parte do problema, seja parte da solução, ao invés de derrubar, ajude a levantar. Gostaria de encerrar esse artigo com uma tirinha e uma citação reflexiva:
“Quando uma pessoa faz você sofrer, é porque ela sofre profundamente dentro dela, e o sofrimento dela está vazando e se espalhando. Essa pessoa não precisa de uma punição, ela precisa de ajuda.”
"Buda" é um título dado na Filosofia Budista para àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos daquilo que chamamos de realidade e se puseram a divulgar tal descoberta aos demais seres.
Siddhartha Gautama, foi um príncipe da região do atual Nepal, buscador da verdade, e eventualmente tornou-se um professor espiritual daquilo que ele havia re-descoberto em si mesmo. É popularmente conhecido como O Buda, que significa "aquele que despertou". Seus ensinamentos deram origem ao budismo, mas ao contrário do que muitos pensam, ele não é o fundador do mesmo. Nas palavras do próprio Buda, como é dito através do Sutra do Diamante: "Nunca pense que eu acredito que devo estabelecer um sistema de ensino para ajudar as pessoas a entenderem o caminho. Nunca divida tal pensamento. O que eu proclamo é a verdade como eu descobri. Um sistema de ensino não tem nenhum significado, porque a verdade não pode ser quebrada em pedaços e ser disposta em um sistema."
Existe muita discussão sobre se o budismo é uma religião ou é uma filosofia. Ao meu ver, é ambos, pois o termo religião vem do latim "religare", que significa "religação", e a religação com a nossa essência é uma das buscas dos budistas. Outro ponto é que em qualquer religião há filosofia, mas a diferença é que no budismo é transmitida a ideia de que não devemos nos apegar a crenças, no sentido de não nos atermos apenas a elas. Além do mais é uma religião não-deísta, ou seja, não tem como base em suas estruturas nem narrar a formação do mundo, nem apresentar seres superiores e buscar favores deles ou sequer entender esse Deus ou deuses, simplesmente por que não temos como conhecer tudo.
O budismo poderia também ser melhor descrito como uma ciência da mente, assim como a psicologia, já que busca compreender nossos processos mentais, e como podemos aprender a lidar com eles e até mesmo transcender o controle que alguns processos tem sobre nós.
Muitos dos que rotulam o budismo como sendo uma religião igual a qualquer outra, são pessoas que se dizem ateus, mas que na realidade são anti-religião, onde ao ligarem-se demais ao materialismo das coisas não conseguem vislumbrar a profundidade daquilo que eles não compreendem de maneira intelectual.
Simbologia das histórias
É importante entender que não se deve interpretar literalmente as histórias de Buda, assim como a de Jesus e Krishna, pois elas são muitas vezes representações metafóricas de processos mentais. Também ocorre que quando se deseja expressar alguma ideia complexa de ser explicada usando as palavras, é preciso usar símbolos que as pessoas possam entender, ou pelo menos ajuda-las a ter uma noção do que se está falando.
Uma curiosidade interessante relacionada ao assunto é o fato do personagem principal da "Trilogia Matrix", Neo(One = Um), ser uma referência evidente ao Buda, devido a história do personagem ter diversas semelhanças, como a busca pela iluminação, a idolatria que o povo de Zion tinha por ele, na esperança de uma libertação, no final do filme Neo percebe que ele é um com a Fonte ao integrar o Agente Smith(que representa o Ego, ou a Sombra de Neo) em si mesmo.
O ator que interpreta o Neo, Keanu Reeves, também interpreta Siddhartha em um filme de 1993, "O Pequeno Buda"(Filme completo no final do artigo). No segundo filme "Matrix: Reloaded", Neo encontra o Arquiteto, o criador da ilusão, algo parecido acontece no filme "O Pequeno Buda", Buda encontra seu "falso eu"(a identificação com a forma, o ego) e chama-o de "arquiteto" também.
A "prisão" do Ego
Ego pode significar muitas coisas: Algumas pessoas usam para se referir ao lado "problemático" da mente, aquele que sucumbe facilmente à ganância, gula, luxúria, ódio, preguiça, inveja e vaidade/orgulho. Sigmund Freud veio com um novo conceito sobre o ego, como sendo a identificação com determinado processo da mente, que seria a objetificação do "Eu". Carl Jung usou para definir a estrutura da mente humana, a qual se encontra dentro de uma estrutura maior.
Quando vemos o ego como algo "problemático" o que sentimos imediatamente é a vontade de separa-lo, exclui-lo, mas isso só ira gerar mais conflito. O ego não é um inimigo, a não ser que você faça ele um. É apenas um processo mental, o qual valorizamos muito mais do que outros, e com isso acabamos por dar boa parte do nosso poder para essa parte de nossa mente nos controlar. O que precisamos fazer é tomar consciência da estrutura mental que construirmos, e podemos fazer isso de maneira eficiente através da auto-observação, ou qualquer tipo de observação, pois é essa a nossa essência, O Observador. Isso que é transcender o ego, não é destruí-lo, mas compreender porque ele existe, e usa-lo com sabedoria. E ninguém pode fazer isso por você, você precisa entender isso por si mesmo, o máximo que as pessoas podem lhe fazer é dar exemplos e destacar alguns pontos, mas você que precisa conecta-los.
Nas palavras de Lao Tzu: "A verdade não pode ser dita, se for dita, não é a verdade".
DOCUMENTÁRIO: The Buddha (2010)
SINOPSE: Documentário do premiado diretor David Grubin, narrado por Richard Gere, que conta a história da vida do Buda, uma jornada especialmente relevante para os nossos próprios tempos difíceis de mudanças violentas e confusão mental. Ele apresenta o trabalho de alguns dos maiores artistas e escultores do mundo, que nos últimos dois mil anos vem retratando a vida do Buda em obras de arte ricas em beleza e complexidade. Budistas contemporâneos, como o poeta ganhador do prêmio Pulitzer, W.S. Merwin, e sua santidade o Dalai Lama, revelam insights que tiveram a partir da antiga narrativa sobre a vida do príncipe indiano Siddhartha Gautama, que abandou todo o luxo, conforto e ilusão da vida palaciana e partiu numa busca espiritual que o levaria à iluminação.
Documentário [Legendado - Parte 1]
Documentário [Legendado - Parte 2]
DOCUMENTÁRIO: A Vida de Buda (BCC)
SINOPSE: Este documentário recria a vida de alguém que nunca quis ser venerado como um Deus, mas que mudou para sempre a história da humanidade em busca de paz e felicidade eterna. Quinhentos anos antes de Cristo um jovem príncipe deixou seu palácio e iniciou uma viagem pelo norte da Índia. Suas experiências definiram uma filosofia de vida que hoje tem mais de 400 milhões de praticantes. A filosofia Budista cresce dia após dia e mais pessoas, cada vez mais jovens, se interessam sobre os ensinamentos de Buda.
No início do século XIX, um grupo de arqueólogos e exploradores ocidentais encontrou em Lumbini, um pequeno povoado do Nepal, o lugar de nascimento de Buda, o que os permitiu descobrir alguns segredos de sua vida. Uma pesquisa profunda, com testemunhos de especialistas e as últimas descobertas arqueológicas.
Documentário Completo [Dublado]
FILME: O Pequeno Buda (Little Buddha - 1993)
"Little Buddha" é um filme que aborda a história de Siddhartha Gautama, que é contada para uma criança que acredita-se ser a reencarnação de um grande monge.
O filme é direcionado para crianças, aborda o tema de maneira bem básica e simplificada, mas é muito interessante para quem não conhece a história e a filosofia Budista.
SINOPSE: Um dia, ao voltar para casa, o arquiteto Dean Conrad (Chris Isaak) encontra dois monges budistas tibetanos, Lama Norbu e Kenpo Tensin, sentados na sua sala de estar, conversando com Lisa, sua esposa. Guiados por vários sonhos perturbadores, os monges viajaram do Nepal até Seattle pois acreditam que um garoto de 10 anos, Jesse, o filho de Dean, possa ser a reencarnação de Lama Dorje, um lendário e místico budista. Inicialmente Dean e Lisa ficam céticos, especialmente quando os monges manifestam interesse em levar Jesse para o Butão, na intenção de comprovar ou não se ele é a reencarnação de Lama Dorje. Porém após o suicídio de Even, um sócio de Dean, este muda de ideai. Após deixar Lisa nos Estados Unidos, Dean viaja com o filho para o Butão.
FILME COMPLETO [LEGENDADO]
TV Escola: Episódio - A Vida de Buda
Desenho animado infantil que resume a história da vida de Buda em 14 minutos.
Três personagens em três episódios. Cada um em uma espécie diferente de prisão: o primeiro em uma prisão domiciliar; o segundo em um reality show; e o último preso ao vício por games de computador. Em sua estreia como diretor no filme “Número 9” (The Nines, 2007), John August faz uma reflexão metalinguística sobre o trabalho do diretor/roteirista no cinema usando uma poderosa metáfora gnóstica(Gnosticismo) do protagonista como o próprio ser humano prisioneiro na Terra, cujo planeta é visto como uma realidade mal produzida e roteirizada por um “deus ex machina”: toda vez que o protagonista começa a compreender o simbolismo místico da recorrência do número nove na sua vida, o mundo é desmanchado para recomeçar em um próximo episódio, do zero, levando o personagem principal ao esquecimento da sua verdadeira identidade.
Chris Carter, criador da série
“Arquivo X”, em um comentário sobre o episódio chamado “Improbable” da nona
temporada fez a seguinte detalhamento do argumento da estória: “tudo é sobre a
compreensão da natureza de Deus através do uso da numerologia, sincronicidade,
probabilidade, reconhecimento de padrões, física teórica ou algo parecido”.
Nesse episódio de Arquivo X a
personagem Agente Scully trava um interessante diálogo com a Agente Reys:
Scully: "Veja, Agente Reys, você não pode reduzir tudo na vida, toda criação, toda obra de arte, arquitetura, música, literatura... num jogo de vencedores e perdedores."
Reys: "Por que não? Talvez os vencedores sejam aqueles que jogaram melhor o jogo. Eles conseguiram ver padrões e conexões, assim como nós estamos tentando fazer nesse momento.”
Pois o filme “Número 9” dirigido
e escrito por John August (em seu primeiro filme como diretor depois de fazer o
roteiro de diversos filmes de Tim Burton) lida diretamente com esse tema ao
propor que a compreensão do simbolismo místico das coincidências e
sincronicidades permitiria um ser divino escapar da sua prisão corporal. A
compreensão dos significados das sincronicidades como ferramenta para a
libertação.
Assim como qualquer obra de arte, é um grande erro tentar tomar qualquer coisa como literal ou absoluta, tudo que vemos e sentimos tem vários lados, é preciso sempre se manter aberto para novas possibilidades.
O filme se desenrola em três
episódios a princípio bem distintos (inclusive com lettering indicando as divisões dos segmentos), com os mesmos
atores em diferentes “encarnações”. Aos poucos vamos descobrindo que as narrativas
se sobrepõem e se interligam na medida em que o filme avança:
"The Prisoner": conta
a história de um ator de televisão (Ryan
Reynolds), que se encontra sob uma
espécie de prisão domiciliar com sua assessora (Melissa McCarthy) e uma vizinha
frustrada com seu casamento (Hope Davis), fornecendo suas únicas ligações com o
mundo exterior. Eventos misteriosos levam-no a questionar se uma ou ambas as
mulheres estão enganando a ele sobre a natureza de seu encarceramento.
"Reality Show": é um episódio de meia hora de um “reality TV” chamado "Behind the Screen," que acompanha o processo de criação de um drama de televisão. Depois de ter filmado o piloto, criador/produtor Gavin Taylor(Ryan Reynolds) enfrenta pós-produção com a ajuda de seu melhor amigo (e atriz) Melissa McCarthy e desenvolvimento VP Susan Howard (Hope Davis).
"Knowing": um famoso
designer de videogames(também Ryan Reynolds) e sua esposa (Melissa McCarthy)
enfrentam problemas com o carro e um lugar remoto. Sua filha (Elle Fanning)
descobre informações que o levam a uma escolha difícil e irrevogável.
O filme desafia o espectador a
encontrar recorrências ou padrões nesses três episódios e resolver o enigma de
uma narrativa propositalmente descontínua e truncada. Para começar os atores,
que assumem diversas encarnações nos episódios. Mas as principais recorrências
são a condição de prisioneiro dos protagonistas (reforçadas pela condição do
prazer proporcionado por um vício) em cada episódio e a onipresença do número
nove que aparece em dezenas de situações.
O consumo de crack após um
colapso emocional faz a estrela de TV ficar confinada em uma casa; o prazer do
roteirista em manipular ficção e realidade o faz permanecer num Reality TV da
sua própria vida; e o vício por games que prende o protagonista a uma
existência terrena. E a recorrência do número nove, que os personagens
interpretados por Ryan Reynolds tentam compreender o porquê da onipresença
numérica. Por exemplo, em momentos que fazem lembrar o filme “Amnésia”
(Memento, 2000) de Christopher Nolan, o protagonista deixa um post it com um recado para o
protagonista de outro episódio: “preste atenção nos noves”.
O filme “Número Nove” já pode
ser considerado um clássico do “AstroGnosticismo” tal qual o filme “Earthling”
analisado em postagem anterior (veja links abaixo): a visão do ser humano como
uma criatura celeste prisioneira em um planeta. Sem conseguir adaptar-se, ele
sofre e sente a nostalgia de algo que deixou ou perdeu. No caso de “Número 9”,
a maneira de encontrar esse “conhecimento” (explicitado no episódio final) é
compreender o simbolismo das sincronicidades, recorrências e padrões que
estariam debaixo de nossos narizes. Cegos ou adormecidos, não conseguiríamos
perceber.
Deus Ex Machina e Reencarnações
A onipresença do simbolismo do número nove
Em entrevistas, o diretor Jonhn
August afirmou que todo o argumento do filme seria metalinguístico: a
responsabilidade do criador (diretor ou roteirista) diante da sua própria
criação. “A pergunta ‘qual o direito que você tem de cair fora de tudo o que
você escreveu? é a minha própria experiência como escritor quando em muitos
momentos tenho que simplesmente pular fora de algum ponto do qual iniciou a
narrativa” (“The Nines: John August Interview”, LoveFilm.com).
August refere-se ao que os roteiristas chamam de deus ex machina: termo para designar soluções arbitrárias,
sem nexo ou plausibilidade na narrativa, para solucionar becos sem saída
encontrados em roteiros mal conduzidos.
Mas para fazer essa metalinguagem do próprio
ofício do diretor/roteirista, August utilizou uma poderosa e dramática metáfora
AstroGnóstica como se a nossa própria existência fosse um roteiro mal feito de
um cosmos mal produzido. Os protagonistas dos três episódios (Gary, Gavin e
Gabriel) são prisioneiros em mundos onde personagens femininos (Sophia?) tentam
atrair a confiança para revelar a sua verdadeira identidade e sua verdadeira
origem da qual nada se lembra. “Você não é quem imagina ser”, falam
recorrentemente para os personagens prisioneiros interpretados por Ryan
Reynolds.
Quando Gary e Gavin (menos Gabriel, que
alcançará a gnose final que quebrará o ciclo vicioso) são confrontados com a
Verdade simbolizada pela recorrência do número 9, entra em ação o deus ex machina - a intervenção do
demiurgo roteirista/diretor: o mundo é desmanchado para ser reconstruído em um
próximo episódio, iniciando-se do zero ou do esquecimento do protagonista sobre
a revelação anterior.
Tudo isso lembra a visão gnóstica das
sucessivas reencarnações na Terra: ao contrário da visão evolucionista ou
aditiva espírita (a necessidade das reencarnações como forma de aprendizado),
aqui temos uma concepção subtrativa: somos condenados a esquecer e recomeçar do
zero, perpetuando a prisão do espírito na carne através da amnésia. Prazeres
como o vício das drogas ou a ambição pelo poder (como no segundo episódio
focado na busca do sucesso em uma emissora de TV) são estratégias do Demiurgo
para nos entreter no próprio esquecimento.
O “Hino da Pérola”
Como o leitor poderá observar quando
assistir ao filme, os três episódios se integram como o percurso da jornada
espiritual de um peregrino exilado e que tenta atender ao chamado de volta para
a sua terra natal, chamado simbolizado pelos padrões e a simbologia dos
números.
Gary, Gavin e Gabriel são muito
parecidos com os protagonistas Neo de “Matrix” e John Murdock de “Cidade das
Sombras” (Dark City, 1998), mas existe uma diferença básica: ao contrário de Neo e Murdock, eles
não querem reorganizar ou salvar o mundo. Na verdade eles querem simplesmente
fugir do inferno.
Por isso há uma incrível
semelhança entre o filme “Número 9” e o poema gnóstico cristão “O Hino da
Pérola” escrito supostamente por Bardesanes no século II sobre o relato da
peregrinação da alma que termina com a sua salvação simbolizada pela aquisição
da “pérola” (a Gnose/Sabedoria) e o posterior retorno à Casa do Pai. Um poema que guarda
semelhança com a Parábola do Filho Pródigo de Jesus. Vejamos esse trecho do
poema:
“Eu esqueci que era filho dos reis, e eu
servi seu rei;
Esqueci a pérola, pela qual meus pais me enviaram,
E por causa do peso de suas opressões eu estava em sono profundo.
Mas todas essas coisas que me aconteceram
Meus pais perceberam, e ficaram tristes por mim.” (clique
aqui e leia todo o poema)
Ao utilizar uma simbologia
gnóstica para discutir metalinguisticamente a condição do diretor e roteirista
e a sua responsabilidade diante dos personagens e da própria narrativa, John
August confirma uma hipótese de muitos pesquisadores sobre o filme gnóstico
como Erik Wilson, Christopher Knowles e eu mesmo: se o cinema é a própria
atualização do mito da Caverna de Platão, então certamente esse meio é a
expressão artística mais adequada para que os espectadores entrem em contato
com realidades mais profundas – a busca da centelha de redenção e gnose através
de simbolismos dentro de um meio que nos faz imergir por duas horas em uma
outra dimensão.
Ficha Técnica
Título: Número 9 (The Nines)
Diretor:
John August
Roteiro:
John August
Elenco:
Ryan Reynolds, Melissa McCarthy, Hope Davis, Elle Fanning
Produção:
Destination Films, Jinks/Cohen Company
Distribuição:
Sony Pictures Home Entertainment (DVD)
Sinopse:
Jake Green(Jason Statham) é um jogador que sempre andou com más companhias e que esteve preso durante 7 anos por ter caído nas teias de Dorothy Macha(Ray Liotta). Agora em liberdade e preparado para por em pratica sua vingança, Jake torna-se imbatível nas mesas de jogo usando uma fórmula(criada a partir de estudos feitos em livros de mecânica quântica sobre os padrões do Universo) que aprendeu com os ex-companheiros de prisão.
Enquanto isso, Macha está a preparar um plano para eliminar sem misericórdia o seu rival, Lord John e aposta a sua credibilidade numa arriscada operação de tráfico de droga com o "todo poderoso", Sam Gold.
Quando Jake vai visitar Macha no seu casino para humilhá-lo em público é salvo pelo enigmático Zach (Vicent Pastore) e o seu sócio Avi (André "3000"), que lhe oferecem proteção contra os capangas de Macha. A partir deste momento Jake entra num jogo, a última coisa que ele queria vir a estar envolvido, onde em cada esquina o perigo está sempre presente. Mas o maior perigo real vem de uma fonte completamente inesperada….
O foco principal do filme é a vida e o despertar de Jake Green para a realização de que ele não é quem acha ser e que os inimigos exteriores foram criados pelo único inimigo que existe: Nós mesmos.
O filme aborda as questões da causa e efeito, que teoricamente é o motivo pela existência do ego, que busca compreender os eventos que acontecem no mundo que chamamos de realidade.
Eu acredito que o que chamamos de "eu" não existe, o que existe são múltiplos "eus" que estão constantemente lutando para se manifestar, o conceito de "eu" é um "trono" criado pela nossa consciência fragmentada, e isso é uma consequência da separação do Absoluto(nossa essência) para poder haver a criação do mundo das formas, que precisa existir para haver qualquer tipo de perspectiva que não seja absoluta(completa, imóvel, perfeita), é preciso para podermos observar a nós mesmos de outra perspectiva, "limitada".
Essa é a dança do Yin e Yang, há a segregação, e então há a unificação, e essa unificação é feita através do momento presente.
A existência desse padrão, que é o ego, se torna um problema quando permitimos que ela tome conta da nossa consciência, quando damos uma "vida própria", ou melhor, nós conceitualizamos em nossa mente que ela não é parte de nós, e assim perdemos o poder sobre ela. É isso que nos ajudou a chegar a esse estado de sofrimento em que vivemos, e é isso que alimenta a existência desse padrão.
Nas palavras do Senhor Green: "Existe algo sobre você que você não sabe, que até mesmo nega existir, até ser tarde de mais para fazer algo em relação. É o único motivo que o faz levantar de manha para aguentar as merdas do seu chefe, o sangue, suor e lagrimas desperdiçadas. É porque você quer que as pessoas saibam o quão “bom”, atraente, generoso, engraçado, inteligente, astuto você é… “Me amem ou tenham medo de mim, mas por favor, pensem que sou especial” Compartilhamos um vicio, somos viciados por aprovação. Estamos nesse jogo pelo tapinha nas costas, o relógio de ouro, o hip-hip-uha. “Olhe aquele garoto esperto com o seu distintivo, polindo o seu troféu.” Brilhe em si mesmo diamante maluco! Porque somos apenas macacos em ternos, implorando pela aceitação dos outros. Se soubéssemos, não faríamos isso. Alguém deve estar escondendo isso de nós" - Jake Green
Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
Trabalhar com nosso lado
sombra é de vital importância, tanto na vida cotidiana quanto na vida
dedicada à Arte. Cada vez mais, percebemos que as pessoas têm a
tendência de esconderem dos outros e de si mesmas, seu lado escuro.
Aprendemos, ao longo de nossas vidas, a mostrar para a sociedade somente
o lado que a mesma deseja ver. Formamos nossa personalidade de acordo
com as regras ditadas por ela e o que ela não gosta, nós escondemos,
fechamos em um baú e jogamos a chave fora.
Como para atingirmos certos objetivos na vida, nós precisamos seguir as
regras sociais, nós acabamos criando um padrão, uma fachada para
apresentar às pessoas, sejam nossos familiares, sejam nossos amigos ou
sejam nossos conhecidos. E é por isso que fica tão complicado de
trabalharmos com nossa sombra, nos apegamos a vários comportamentos e "verdades" que criamos para nós.
Trabalhar com nosso lado
menos agradável requer, antes de mais nada, maturidade. É preciso
aceitar que temos defeitos antes de sairmos por aí acusando ou
criticando as outras pessoas por suas atitudes que, por vezes, é a nossa
atitude também. E tal ação é fundamental para aqueles que querem seguir
o caminho da verdade. Para começar, é preciso parar, olhar para dentro de
nós e analisar a fundo nossa personalidade: do que gostamos, do que não
gostamos, como reagimos a certas situações, quais são as nossas atitudes
instintivas, enfim, todas as atitudes que temos no momento em que nos
relacionamos com os outros e com nós mesmos.
Precisamos entender nosso comportamento antes de meditar.Se nós não entendemos o motivo de termos
determinadas atitudes, como vamos entender o por quê nós estamos
realizando tal meditação, ou temos tal atitude? Temos que parar para analisar se o
que estamos fazendo é bom parar nós ou é só para mostrar ao outro como
somos poderosos ou como conseguimos tal resultado com facilidade. E é no
ocultismo que observamos essas atitudes mais claramente. Podemos ver
isso em qualquer lugar que haja pessoas denominadas Mestras e que
queiram aparecer mais que os outros. É a legítima fogueira das vaidades.
Está tudo na sua cabeça
É preciso que nós
tenhamos total consciência desse lado “ruim” para que possamos trabalhar
com ele, e que possamos, então, evoluir espiritualmente, afinal, para
haver a luz, é preciso haver também a escuridão(Analise sobre a Dualidade).
Entender a si mesmo é um processo complicado e complexo que envolve
tempo e determinação da pessoa que quer seguir um caminho equilibrado. É importante que, nesse caminho,
nenhuma etapa seja pulada, pois poderão surgir lacunas nas quais
faltarão algumas conexões e algum entendimento do que a pessoa esteja
buscando.
Uma boa ocasião para a
pessoa analisar-se é ver sua reação em determinada situação. Por
exemplo: se a pessoa está em um grupo, como ela reage se
alguém diz que conseguiu tal resultado? Sente inveja, ciúmes, raiva?
Esses momentos são perfeitos para a pessoa fazer sua auto-análise, pois é
na vivência e na prática que a pessoa pode se analisar diante de
determinada ocasião.
Por isso dizem que "um bom ocultista não é aquele que aparenta ser calmo, sereno,
mas que fora do campo de visão dos outros se estressa facilmente e sai
agredindo os outros, um ocultista de verdade, é aquele que entende a si
mesmo, entende o motivo de ficar zangado em determinada situação e
trabalha com esse sentimento para saber como lidar com ele seja em qual
situação for. Um ocultista de verdade é aquele que tem os dois lados da
mesma moeda em seu coração e sabe usá-los com justiça e consciência."
"Não existe como criar consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, não importa o quão absurdo seja, para evitar encarar a própria alma. Não nos tornamos iluminados imaginando figuras de luz, mas criando consciência da escuridão. Porém, esse procedimento é desagradável, portanto, não popular." - Carl Gustav Jung
A única maneira de mudarmos o mundo de fato, é mudando a nós mesmos. Não adianta julgar e punir as pessoas por coisas que nós mesmos fizemos e fazemos ainda.