Objetivo

Com o propósito de ir mais a fundo nas questões psicológicas, que ao meu ver é o que realmente faz a diferença, criei este outro blog: Evolução da Consciência
OBS: Não será postado nada novo neste blog, apenas no novo.
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Os Mistérios do Universo (Through the Wormhole)

Sinopse: "Through the Wormhole"(Grandes Mistérios do Universo) é uma série de documentários apresentada por Morgan Freeman. A série vai em busca de perguntas que quase todos nós já fizemos. Como tudo começou e de onde viemos? O programa vai discutir se existe um Deus ou se o Universo se formou a partir do nada. Mesmo tratando de temas que as vezes ficam a cargo da filosofia o canal Discovery Science, vai mais fundo e reuniu um time de especialista, como astrofísicos e astrobiólogos para tentar explicar questões que desafiam a nossa imaginação. O programa também aborda questões do tipo: 'Do que somos feitos?', 'O que aconteceu antes do inicio?' e 'Viajar no tempo é possível?', na companhia de Morgan Freeman somos levados a descobertas que sempre nos intrigaram, apresentado de maneira esclarecedora.

No link do site abaixo(SeriesFree) estão disponíveis todas as 4 temporadas para download!



Nome dos episódios e sinopses das primeiras temporadas
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Links alternativos para download (Creditos a Nosso Mundo)

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1º Temporada
Tempo de Duração: 44 min
Ano de Lançamento: 2010
Qualidade: HDTVRip
Formato: Avi e Mkv
Audio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 350 MB (Avi) e 1,08 GB (Mkv)
Sinopse: Apresentada por Morgan Freeman, "Através do Buraco de Minhoca" explora os mistérios mais profundos da existência — as perguntas que intrigam a humanidade desde o seu surgimento. Do que somos feitos? O que havia antes do princípio? Estamos realmente sós? Existe um Criador? Tais indagações foram objeto de análise das mentes mais brilhantes da humanidade. Hoje, a ciência evoluiu ao ponto onde fatos e evidências concretas podem ser capazes de nos fornecer as respostas.


  • Episódio 1: Existe um criador?

Talvez seja o maior e mais polêmico mistério do cosmos. O nosso universo surgiu ao acaso, ou foi criado por um Deus que nutre e sustenta toda a vida? A ciência mais recente mostra que as 4 forças que regem nosso universo são incrivelmente bem equilibradas. Tanto que isso levou muitos à conclusão de que alguém, ou algo, deve tê-las balanceado; uma crença alicerçada em evidência de que tudo no nosso universo pode emanar de uma estrutura extraordinariamente elegante e bela, conhecida como Grupo de Lie E8. Embora céticos afirmem que essas descobertas não são conclusivas nem prova de um criador divino, alguns físicos de vanguarda já postulam quem é esse Deus: um jogador que criou o nosso mundo como um simulador para Sua própria diversão.
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  • Episódio 2: O enigma dos buracos negros

Eles são os objetos mais poderosos do universo. Nada, nem mesmo a luz, pode escapar da força gravitacional de um buraco negro. Astrônomos acreditam que existem bilhões deles pelo cosmos, engolindo planetas, até mesmo estrelas inteiras. Nova pesquisa teórica acerca da realidade distorcida dos buracos negros sugere que o espaço tridimensional pode ser uma ilusão. Tal realidade ocorre num holograma bidimensional na borda do universo.

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  • Episódio 3: É possível viajar no tempo?

A teoria da relatividade de Einstein afirma que é perfeitamente possível viajar no tempo — se for rumo ao futuro. Descobrir um meio de viajar ao passado impõe superar a velocidade da luz, o que até hoje parece impossível. Mas agora, fenômenos estranhos mas reais, como a não-localidade quântica, onde partículas instantaneamente se teleportam por grandes distâncias, podem nos proporcionar um meio de tornar realidade o sonho de viajar para ao passado e ao futuro. Entrar numa máquina do tempo e reescrever a história, ressuscitar os entes queridos, controlar nossos destinos. Mas se conseguirmos, quais seriam as consequências de tal liberdade? Será que ficaríamos presos numa infinidade de paradoxos e universos múltiplos que destruiriam a estrutura do universo?

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  • Episódio 4: O que Houve Antes do Princípio

Todos os cosmólogos e astrônomos concordam: nosso universo tem 13,7 bilhões de anos. Usando tecnologia de ponta, os cientistas agora são capazes de registrar uma imagem instantânea do universo um pouco após seu nascimento. De posse de satélites supersensíveis, os astrônomos olham para o tempo no momento da criação, quando a matéria do universo passou a existir. É aí que descobrimos um mistério tão antigo quanto o próprio tempo — se o universo nasceu, de onde ele veio? Conheça os principais cientistas que acreditam ter descoberto a origem do nosso universo e uma janela para o tempo antes do tempo.

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  • Episódio 5: Como Chegamos até Aqui?

Para onde quer que olhemos, a vida existe nos ambientes mais hospitaleiros e inóspitos. Mas só encontramos vida em nosso planeta. Como a matéria que compõe as estrelas juntou-se para criar a vida? O que realmente queremos dizer com "vida"? Será que desvendar esse mistério nos ajudará a encontrá-la em outros lugares?

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  • Episódio 06: Estamos Sós?

Alienígenas certamente existem. Então por que ainda não encontramos um ET? Ocorre que ainda estamos apenas desenvolvendo instrumentos poderosos o bastante para procurar por eles, bem como ciência suficientemente sofisticada para saber onde procurar. Assim, está aberta a corrida para encontrar os primeiros alienígenas inteligentes. Mas qual seria a aparência deles, e como eles interagiriam conosco se nos encontrássemos? As respostas podem chegar até nós mais cedo do que imaginamos, uma das principais astrônomas acredita que já ouviu as primeiras tentativas de comunicação deles.

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  • Episódio 7: Do que Realmente Somos Feitos?

Nossa compreensão do universo e da natureza da própria realidade mudou drasticamente nos últimos 100 anos, e está prestes a sofrer outra mudança radical. Em um túnel de 27 km de comprimento e 174 metros abaixo da fronteira franco-suíça, o maior e mais poderoso esmagador de átomos, o Grande Colisor de Hádrons, está em funcionamento. Seu objetivo é nada menos que recriar os primeiros instantes da criação, quando o universo era inimaginavelmente quente e antigas formas de matéria extinta resfriaram para formar estrelas, planetas e, finalmente, nós. Essas partículas incrivelmente pequenas e exóticas contêm os segredos dos maiores mistérios do universo. O que descobrimos pode confirmar nossas antigas teorias acerca do funcionamento do mundo e do que somos feitos. Ou, todas as nossas noções acerca da essência do que é real poderão ser destruídas.

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  • Episódio 8: Além da Escuridão

Se você respondeu de estrelas, planetas, gás e poeira, está redondamente enganado. Há 30 anos, os cientistas perceberam pela primeira vez que alguma substância escura afetava o movimento das galáxias. Hoje, eles acham que existem 5 vezes mais matéria escura que a comum. Mas eles não sabem o que ela é — apenas que não é feita de átomos, ou qualquer outra matéria que conhecemos. E a matéria escura não é a única substância estranha no universo — uma força recém-descoberta, chamada energia escura, parece estar destruindo o tecido do cosmo.

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2ª Temporada
Tempo de Duração: 43 min cada
Ano de Lançamento: 2010
Qualidade: HDTVRip
Formato: Avi
Audio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 350 MB cada
Sinopse: Apresentada por Morgan Freeman, "Through the Wormhole" explora os mistérios mais profundos da existência - as perguntas que intrigam a humanidade desde o seu surgimento. Do que somos feitos? O que havia antes do princípio? Estamos realmente sós? Existe um criador? Tais indagações foram objeto de análise das mentes mais brilhantes da humanidade. Hoje, a ciência evoluiu ao ponto onde fatos e evidências concretas podem ser capazes de nos fornecer as respostas.


  • Episódio 01: Existe Vida após a Morte?

No episódio de estreia da segunda temporada, Morgan Freeman adentra fundo na instigante questão que intriga o ser humano desde o princípio do tempo. A Física moderna e a neurociência estão se aventurando neste território outrora sagrado, e mudando radicalmente nossas ideias acerca da vida após a morte. Freeman age como condutor deste debate polarizado, no qual cientistas e espiritualistas tentam definir o que é a consciência, enquanto a moderna mecânica quântica pode fornecer a resposta para o que acontece quando morremos.

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  • Episódio 02: O Universo tem Borda?

Comumente, teoriza-se que o universo começou com o Big Bang há 13,7 bilhões de anos. Mas como só conseguimos ver até onde a luz viajou nesse tempo, não conseguimos identificar a borda do universo. Será que o universo é infinito? Existe algum meio de descobrir qual é a sua verdadeira forma? Será que podemos descobrir a borda, o que existe além dela e talvez o universo vizinho ao nosso?

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  • Episódio 03: O Tempo Realmente Existe?

É uma pergunta que atormenta filósofos e cientistas há séculos: "O Tempo Realmente Existe?". Como exatamente nosso passado, presente e futuro estão ligados pela flecha de causa e efeito que chamamos de "tempo"? Ele é apenas outra dimensão, como as dimensões do espaço que conhecemos? Será que podemos fazer o tempo recuar com a mesma facilidade que ele avança? Se existem outros universos, como é o tempo neles: será que o tempo deles seria diferente do nosso? E investigaremos as maiores questões sobre o tempo: nosso futuro é determinado? Exercemos o livre-arbítrio? Ou o tempo é um mero sonho?
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  • Episódio 04: Existe Mais que Três Dimensões

Nós nos movimentamos e vivemos em três dimensões. Contudo, Einstein revelou o que outrora era inimaginável: o tempo na verdade é uma dimensão ligada ao próprio espaço. Para conciliar os mundos quânticos cósmicos do imenso e do minúsculo, os físicos estão percebendo que talvez quatro dimensões não sejam suficientes. Eles estão revelando até 11 dimensões. Seria isso verdade? Onde poderiam estar tais dimensões?

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  • Episódio 05: O Sexto Sentido Existe?

Podemos perceber objetos e eventos além do mundo detectado pelos nossos cinco sentidos? Os verdadeiros limites do nosso cérebro humano continua sendo um mistério científico. Novos estudos em neurociência está mostrando que nossas mentes podem realmente detectar eventos e objetos que nosso consciente não sabe nada sobre. Podemos prever eventos no futuro? Existe tal coisa como uma consciência global? Poderia leis físicas na iminência de ser descoberto estar na raiz de tudo isso?

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  • Episódio 06: Como o Universo Funciona?

Imagine que você vai morrer amanhã de manhã num acidente de carrohorrível. Em algum lugar longe, muito longe, há uma versão exata do quevocê entrou no mesmo carro, levou a mesma rota, e colidiu com o viajante mesmo. Mas esta outra versão de você sobrevive a dirigir um outro dia. Pode soar como ficção científica, mas ele está olhando mais emais científica provável. Em algum lugar lá fora, para além do horizontecósmico, dentro de um buraco negro, ou tão perto quanto o comprimento de um átomo de distância, poderia haver um universo paralelo. Se este for o caso, como poderíamos saber? E que estaremos sempre em condições de pagar este universo uma visita?
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  • Episódio 07: Podemos Viajar mais Rápido que a Luz?

É chamado o limite de velocidade do universo. Einstein explodiu todas as nossas mentes, quando ele elaborou a Teoria da Relatividade, e mostrouque espaço e tempo eram substâncias maleável. Ele também teorizouque nós, como seres humanos nunca pode viajar mais rápido que a velocidade da luz, o que deixa as estrelas e outras galáxias quase impossível fora de nosso alcance. Mas os sonhos de Star Wars e Star Trek não estão mortos. Na verdade, poderia haver maneiras de viajar mais rápido que a velocidade da luz - e algumas delas já estão sendo testados em laboratórios de todo o mundo.
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  • Episódio 08: Podemos Viver para Sempre?

Avanços na medicina têm o dobro da expectativa de vida humana nos últimos séculos. Mas os humanos podem sempre vencer a morte por completo? Podemos controlar e corrigir os erros que se acumulam no nosso DNA ao longo dos anos? Podemos encontrar uma forma de substituir a química da vida com algo mais durável? Este episódio mostra maravilhas na definição mistificadora de "eternidade" no que se refere ao ser humano vida.

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  • Episódio 09: Qual é a Aparência dos Alienígenas?

Por toda a galáxia mundos de mentira exóticos feito inteiramente de água ou stewing com gás venenoso. Quais os tipos de criaturas que prosperam nesses lugares? Será que eles se assemelham a seres na Terra, ou a vida poderia tomar formas novas e inesperadas?

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  • Episódio 10: Existem Universos Paralelos?

A maioria dos cientistas acredita que você não é realmente você, mas sim, o total de "vocês". Na borda do espaço, enterrado em um buraco negro, ou para a direita em cima de você, poderia haver uma cópia exata de si mesmo vivendo uma realidade paralela. Nesses mundos paralelos, você pode estar vivendo seus sonhos, ou de seus piores pesadelos. Encontrá-los não está mais restrito ao domínio da ficção científica. A Teoria dos jogos sugere que, se existem esses mundos, a vida inteligente nesses mundos alternativos pode estar tentando enviar mensagens. Com os cientistas a descobrir mais esta possibilidade surpreendente, uma nova possibilidade surge: o destino de todo o nosso universo pode depender desses gêmeos cósmicos escondidos.
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SENHA PARA DESCOMPACTAR: V1D305R1P

3ª Temporada
Episódio 1: Nós Sobreviremos Um Primeiro Contato?
Episódio 2: Existe Uma Espécie Superior?
Episódio 3: O Universo Está Vivo?
Episódio 4: O Que Nos Faz Ser Quem Nós Somos?
Episódio 5: O Que é o Nada?
Episódio 6: Podemos ressuscitar Os Mortos?
Episódio 7: Podemos Eliminar o Mal?
Episódio 8: Os Mistérios Do Subconsciente
Episódio 9: A Eternidade Vai Acabar?
Episódio 10: Nós Inventamos Deus?

4ª Temporada
Episódio 1: Existe uma Partícula de Deus?
Episódio 2: Quando a Vida Começa?
Episódio 3: Podemos Sobreviver à morte do sol?
Episódio 4: Como os Aliens Pensam?
Episódio 5: O Sexo Será Extinto?
Episódio 6: Nossas Mentes Podem Ser Hackeadas?
Episódio 7: Os Robôs São o Futuro da Humanidade?
Episódio 8: A Realidade é Real?
Episódio 9: Temos Livre-Arbítrio?
Episódio 10: Deus Criou a Evolução?


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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Numero 9 - "Deus está nos números"

 POSTAGEM EDITADA E POSTA NO NOVO BLOG:
O Numero 9
 


Três personagens em três episódios. Cada um em uma espécie diferente de prisão: o primeiro em uma prisão domiciliar; o segundo em um reality show; e o último preso ao vício por games de computador. Em sua estreia como diretor no filme “Número 9” (The Nines, 2007), John August  faz uma reflexão metalinguística sobre o trabalho do diretor/roteirista no cinema usando uma poderosa metáfora gnóstica(Gnosticismo) do protagonista como o próprio ser humano prisioneiro na Terra, cujo planeta é visto como uma realidade mal produzida e roteirizada por um “deus ex machina”: toda vez que o protagonista começa a compreender o simbolismo místico da recorrência do número nove na sua vida, o mundo é desmanchado para recomeçar em um próximo episódio, do zero, levando o personagem principal ao esquecimento da sua verdadeira identidade.


Chris Carter, criador da série “Arquivo X”, em um comentário sobre o episódio chamado “Improbable” da nona temporada fez a seguinte detalhamento do argumento da estória: “tudo é sobre a compreensão da natureza de Deus através do uso da numerologia, sincronicidade, probabilidade, reconhecimento de padrões, física teórica ou algo parecido”.

Nesse episódio de Arquivo X a personagem Agente Scully trava um interessante diálogo com a Agente Reys:

Scully: "Veja, Agente Reys, você não pode reduzir tudo na vida, toda criação, toda obra de arte, arquitetura, música, literatura... num jogo de vencedores e perdedores."
Reys: "Por que não? Talvez os vencedores sejam aqueles que jogaram melhor o jogo. Eles conseguiram ver padrões e conexões, assim como nós estamos tentando fazer nesse momento.”

Pois o filme “Número 9” dirigido e escrito por John August (em seu primeiro filme como diretor depois de fazer o roteiro de diversos filmes de Tim Burton) lida diretamente com esse tema ao propor que a compreensão do simbolismo místico das coincidências e sincronicidades permitiria um ser divino escapar da sua prisão corporal. A compreensão dos significados das sincronicidades como ferramenta para a libertação.

Assim como qualquer obra de arte, é um grande erro tentar tomar qualquer coisa como literal ou absoluta, tudo que vemos e sentimos tem vários lados, é preciso sempre se manter aberto para novas possibilidades.

Trailer Legendado


Áudio: Inglês
Legenda: Portugês(BR)
Formato: DvDrip


AVISO DE SPOILER

O filme se desenrola em três episódios a princípio bem distintos (inclusive com lettering indicando as divisões dos segmentos), com os mesmos atores em diferentes “encarnações”. Aos poucos vamos descobrindo que as narrativas se sobrepõem e se interligam na medida em que o filme avança:


"The Prisoner": conta a história de um ator de televisão (Ryan
Reynolds), que se encontra sob uma espécie de prisão domiciliar com sua assessora (Melissa McCarthy) e uma vizinha frustrada com seu casamento (Hope Davis), fornecendo suas únicas ligações com o mundo exterior. Eventos misteriosos levam-no a questionar se uma ou ambas as mulheres estão enganando a ele sobre a natureza de seu encarceramento.


"Reality Show": é um episódio de meia hora de um “reality TV” chamado "Behind the Screen," que acompanha o processo de criação de um drama de televisão. Depois de ter filmado o piloto, criador/produtor Gavin Taylor(Ryan Reynolds) enfrenta pós-produção com a ajuda de seu melhor amigo (e atriz) Melissa McCarthy e desenvolvimento VP Susan Howard (Hope Davis).

"Knowing": um famoso designer de videogames(também Ryan Reynolds) e sua esposa (Melissa McCarthy) enfrentam problemas com o carro e um lugar remoto. Sua filha (Elle Fanning) descobre informações que o levam a uma escolha difícil e irrevogável.

O filme desafia o espectador a encontrar recorrências ou padrões nesses três episódios e resolver o enigma de uma narrativa propositalmente descontínua e truncada. Para começar os atores, que assumem diversas encarnações nos episódios. Mas as principais recorrências são a condição de prisioneiro dos protagonistas (reforçadas pela condição do prazer proporcionado por um vício) em cada episódio e a onipresença do número nove que aparece em dezenas de situações.

O consumo de crack após um colapso emocional faz a estrela de TV ficar confinada em uma casa; o prazer do roteirista em manipular ficção e realidade o faz permanecer num Reality TV da sua própria vida; e o vício por games que prende o protagonista a uma existência terrena. E a recorrência do número nove, que os personagens interpretados por Ryan Reynolds tentam compreender o porquê da onipresença numérica. Por exemplo, em momentos que fazem lembrar o filme “Amnésia” (Memento, 2000) de Christopher Nolan, o protagonista deixa um post it com um recado para o protagonista de outro episódio: “preste atenção nos noves”.

O filme “Número Nove” já pode ser considerado um clássico do “AstroGnosticismo” tal qual o filme “Earthling” analisado em postagem anterior (veja links abaixo): a visão do ser humano como uma criatura celeste prisioneira em um planeta. Sem conseguir adaptar-se, ele sofre e sente a nostalgia de algo que deixou ou perdeu. No caso de “Número 9”, a maneira de encontrar esse “conhecimento” (explicitado no episódio final) é compreender o simbolismo das sincronicidades, recorrências e padrões que estariam debaixo de nossos narizes. Cegos ou adormecidos, não conseguiríamos perceber.



Deus Ex Machina e Reencarnações

A onipresença do simbolismo
do número nove
Em entrevistas, o diretor Jonhn August afirmou que todo o argumento do filme seria metalinguístico: a responsabilidade do criador (diretor ou roteirista) diante da sua própria criação. “A pergunta ‘qual o direito que você tem de cair fora de tudo o que você escreveu? é a minha própria experiência como escritor quando em muitos momentos tenho que simplesmente pular fora de algum ponto do qual iniciou a narrativa” (“The Nines: John August Interview”, LoveFilm.com). August refere-se ao que os roteiristas chamam de deus ex machina: termo para designar soluções arbitrárias, sem nexo ou plausibilidade na narrativa, para solucionar becos sem saída encontrados em roteiros mal conduzidos.

Mas para fazer essa metalinguagem do próprio ofício do diretor/roteirista, August utilizou uma poderosa e dramática metáfora AstroGnóstica como se a nossa própria existência fosse um roteiro mal feito de um cosmos mal produzido. Os protagonistas dos três episódios (Gary, Gavin e Gabriel) são prisioneiros em mundos onde personagens femininos (Sophia?) tentam atrair a confiança para revelar a sua verdadeira identidade e sua verdadeira origem da qual nada se lembra. “Você não é quem imagina ser”, falam recorrentemente para os personagens prisioneiros interpretados por Ryan Reynolds.

Quando Gary e Gavin (menos Gabriel, que alcançará a gnose final que quebrará o ciclo vicioso) são confrontados com a Verdade simbolizada pela recorrência do número 9, entra em ação o deus ex machina - a intervenção do demiurgo roteirista/diretor: o mundo é desmanchado para ser reconstruído em um próximo episódio, iniciando-se do zero ou do esquecimento do protagonista sobre a revelação anterior.

Tudo isso lembra a visão gnóstica das sucessivas reencarnações na Terra: ao contrário da visão evolucionista ou aditiva espírita (a necessidade das reencarnações como forma de aprendizado), aqui temos uma concepção subtrativa: somos condenados a esquecer e recomeçar do zero, perpetuando a prisão do espírito na carne através da amnésia. Prazeres como o vício das drogas ou a ambição pelo poder (como no segundo episódio focado na busca do sucesso em uma emissora de TV) são estratégias do Demiurgo para nos entreter no próprio esquecimento.

O “Hino da Pérola”

Como o leitor poderá observar quando assistir ao filme, os três episódios se integram como o percurso da jornada espiritual de um peregrino exilado e que tenta atender ao chamado de volta para a sua terra natal, chamado simbolizado pelos padrões e a simbologia dos números.

Gary, Gavin e Gabriel são muito parecidos com os protagonistas Neo de “Matrix” e John Murdock de “Cidade das Sombras” (Dark City, 1998), mas existe uma diferença básica: ao contrário de Neo e Murdock, eles não querem reorganizar ou salvar o mundo. Na verdade eles querem simplesmente fugir do inferno.

Por isso há uma incrível semelhança entre o filme “Número 9” e o poema gnóstico cristão “O Hino da Pérola” escrito supostamente por Bardesanes no século II sobre o relato da peregrinação da alma que termina com a sua salvação simbolizada pela aquisição da “pérola” (a Gnose/Sabedoria) e o posterior retorno à Casa do Pai. Um poema que guarda semelhança com a Parábola do Filho Pródigo de Jesus. Vejamos esse trecho do poema:

“Eu esqueci que era filho dos reis, e eu servi seu rei;
Esqueci a pérola, pela qual meus pais me enviaram,
E por causa do peso de suas opressões eu estava em sono profundo.
Mas todas essas coisas que me aconteceram
Meus pais perceberam, e ficaram tristes por mim.” (clique aqui e leia todo o poema)
Ao utilizar uma simbologia gnóstica para discutir metalinguisticamente a condição do diretor e roteirista e a sua responsabilidade diante dos personagens e da própria narrativa, John August confirma uma hipótese de muitos pesquisadores sobre o filme gnóstico como Erik Wilson, Christopher Knowles e eu mesmo: se o cinema é a própria atualização do mito da Caverna de Platão, então certamente esse meio é a expressão artística mais adequada para que os espectadores entrem em contato com realidades mais profundas – a busca da centelha de redenção e gnose através de simbolismos dentro de um meio que nos faz imergir por duas horas em uma outra dimensão.

Ficha Técnica

  • Título: Número 9 (The Nines)
  • Diretor: John August
  • Roteiro: John August
  • Elenco: Ryan Reynolds, Melissa McCarthy, Hope Davis, Elle Fanning
  • Produção: Destination Films, Jinks/Cohen Company
  • Distribuição: Sony Pictures Home Entertainment (DVD)
  • Ano: 2007
  • País: EUA


Analise adaptada de:
Cine Gnose - Cinema Secreto



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  • segunda-feira, 12 de novembro de 2012

    Sr. Ninguém

    POSTAGEM EDITADA E POSTA NO NOVO BLOG:



    Mr. Nobody é uma filme que traz questionamentos sobre a existência de realidades paralelas e como o tempo e espaço são ilusões da percepção.
    Através da vida de Nemo o filme nos ajuda a refletir sobre nossas escolhas e suas consequências, a existência de um "Observador"/"Deus", que é a nossa consciência.
    O filme aborda o despertar da consciência de Nemo para sua multidimensionalidade e existência fora do tempo e espaço, enquanto ao mesmo tempo nos mostra, de maneira abstrata, as simplicidades e complexidades dos comportamentos de nós humanos.




    Trailer (legendado)


    Formato: RMVB
    Áudio: Inglês
    Legenda: Português


    Download do Filme Completo
    __________________________________

    Download Parte 1
    Download Parte 2




    + Veja também outros filmes recomendados +


    Analise do Filme
     AVISO DE SPOILER
    Se você ainda não viu o filme, não leia.


    "Sr. Ninguém" (Mr. Nobody, 2009) é um surpreendente filme onde o diretor belga Jaco Van Dormael bebe nas fontes mitológicas do Gnosticismo basilidiano: um protagonista prisioneiro na principal falha cósmica do universo físico (a flecha do tempo) vê sua existência como um gigantesco hipertexto com diversos futuros alternativos resultantes das decisões. O filme narra a luta de um homem contra o caos e o aleatório que interferem no livre-arbítrio das decisões.

    O que há em comum entre a Teoria das Cordas da Cosmologia, o Efeito Borboleta da Teoria do Caos, Futuros distópicos, a possibilidade da quase imortalidade, Entropia e a flecha do tempo, a impermanência da memória, morte, amor, segunda chance, missões para Marte e mágoas de um divórcio? Para o diretor belga Jaco Van Dormael são partes de um mesmo continuum: um protagonista (Nemo – Jared Leto) prisioneiro em um cosmos condenado pela flecha do tempo e pela entropia (todos os eventos são irreversíveis, tendem para o futuro e para um estado de dissipação de energia e desordem).


    Um psiquiatra tenta compreender o mistério da vida daquele homem e submete-o a uma “antiga técnica”, a hipnose, para fazê-lo retroceder em sua memórias e estabelecer uma sequência linear até o momento atual. Porém, o que ele consegue e nós espectadores testemunhamos, é um imenso painel com linhas de tempo alternativas, como fossem hipertextos, onde cada escolha altera o futuro, pulando sucessivamente entre futuros alternativos assim como um trem pegando diferentes desvios entre linhas paralelas (imagem simbólica recorrente no filme).
    Basicamente há três futuros alternativos constituídos a partir de três escolhas amorosas na adolescência que resultam em três casamentos diferentes. Tudo isso marcado pela mágoa da escolha impossível submetido no momento do divórcio entre seus pais: numa estação de trem teria que escolher com qual ficar. Ou com sua mãe que partiria no trem ou ficar com seu pai, na plataforma da estação.

    Mas Nemo tem uma qualidade especial que torna a consciência de que a vida é feita por escolhas muito mais aguda e sofrida: ele foi esquecido pelos anjos antes de nascer e, por isso, não o concederam a “dádiva” do esquecimento.

    Nemo narra em off que antes de nascermos sabemos tudo o que ocorrerá. Porém, antes, os anjos do céu colocam o dedo em nossos lábios, significando que esqueceremos tudo. Mas esqueceram de fazer isso com Nemo, que vem para a Terra com uma capacidade de prever o futuro resultante de cada simples escolha.

    Por isso Nemo navega pela sua vida como um internauta em um hipertexto. As escolhas, desde as mais simples, como qual doce pegar numa festa de aniversário, até as mais complexas como, por exemplo, escolher com qual menina namorar, torna-se para ele impossível, já que todas as alternativas se equivalem, pois todas tendem para um único destino: a entropia, a dissipação, a crescente desordem e a morte.

    Um tema difícil, abstrato e metafísico para ser trato em uma narrativa visual. Mas Van Dormael aborda o tema de forma surpreendente ao convergir linguagens de diversos gêneros como o Documentário, Ficção Científica, Realismo Fantástico e Romance. Apesar da sucessão dos instantes dos futuros alternativos na vida de Nemo, Van Dormael preenche cada plano com uma riqueza de detalhes e recursos estilísticos (fotografia, cor, slow motion etc.), dando intensidade emocional a cada simples momento, marcando o brilho e a importância de cada instante, embora todas as escolhas, no final, se igualem.

    Mitologias Gnósticas

    Fica evidente nas duas horas e treze minutos de “Sr. Ningém” que o roteiro de Van Dormael bebeu em fontes gnósticas Basilidianas. Se não leu textos gnósticos, o que é mais provável, o diretor provavelmente se sintonizou na mitologia gnóstica persistente nos tempo atuais por meio do repertório arquetípico que define a sensibilidade contemporânea.

    Em primeiro lugar, o filme é carregado de referências à física quântica, teoria do caos e termodinâmica. Todo esse mix científico para confirmar a suspeita gnóstica: sim, Deus joga com dados o jogo do Universo, o cosmos é caótico, tende para um progressivo estado de desordem devido a um problema básico: a flecha do tempo. Não somos senhores de nossos atos, tudo depende de fatores imprevistos (como a sequência da gota de chuva que cai no papel – alteração climática provocada por um simples gesto de um desempregado do outro lado do mundo - que borra o número do telefone que o impedirá de encontrar Anna, criando mais um futuro alternativo).

    A consciência aguda de Nemo o faz tomar consciência dessa imperfeição cosmológica. Como obra de um Demiurgo e não de Deus, o cosmos físico sempre será uma cópia imperfeita dos níveis superiores da Plenitude. O tempo e o devir são as principais imperfeições que aprisionam o homem nesse cosmos.

    Em segundo lugar, o tema do esquecimento. O filme apresenta Nemo com outras crianças, antes do nascimento, em um fundo infinito, branco. “Antes de nascermos sabemos tudo que vai acontecer”, diz Nemo em off, no início do processo de regressão hipnótico ao qual é submetido no futuro de 2092. Pouco antes de nascermos “os anjos dos céus” nos impõem o esquecimento para, então, sermos enviados para a Terra. Na vida, passamos a acreditar naquilo que é descrito na epígrafe com que abre o filme: a “ superstição da pomba”.

    Acreditamos que os nossos atos influenciam os acontecimentos, ideia desmentida pela consciência aguda de Nemo de que, na verdade, somos joguetes de fatores aleatórios. O esquecimento não nos permite ver essa inconsistência da realidade física.

    E terceiro, e mais decisivo elemento gnóstico do filme “Sr. Ninguém”: o caráter artificial da realidade. Nemo é o clássico protagonista dos filmes gnósticos, prisioneiro é um construção artificial de uma realidade (há momentos “Show de Truman” no filme como sequências em que ele descobre que tudo ao seu redor - objetos, prédios - não passa de cenografia). O esquecimento imposto pelos “anjos do céu” (na verdade os Arcontes da mitologia gnóstica) e a imperfeição temporal nos faz sermos apegados a uma realidade que acreditamos ter controle.

    Por isso a clássica exortação gnóstica “Acorde!” (repetida em diversas formas, sempre de passagem, ao longo do filme) para a necessidade do homem despertar do sono do esquecimento.

    Gnosticismo Basilidiano

    A gnose de Nemo vem do estado de suspensão em que parece viver ao longo do filme (por isso, ele parece ser “Ninguém”). Basilides acreditava que a linguagem e o pensamento racional faziam o homem cair vítima de escolhas por pares opostos: belo/feio, Bem/Mal, Certo/Errado. O Uno e a Plenitude são cindidos em qualidades opostas. Confinados nessa lógica binária ou identitária não conseguimos apreender os paradoxos, simetrias caóticas, ironias e a imperfeição cósmica do tempo. Por isso acreditamos sempre fazer escolhas regidas pela nossa vontade, decisão ou livre-arbítrio. Por acreditarmos sermos senhores racionais de si mesmos (“Penso, Logo Existo”), somos condenados ao esquecimento e não percebemos a estrutura imperfeita que rege o cosmos físico.

    A gnose de Nemo, no estado de suspensão, recusa fazer qualquer escolha: pretende vivenciar, simultaneamente, todas as alternativas. Procurar o Uno naquilo que foi cindido. Por isso, numa sequência próxima ao final, a resposta Basilidiana de Nemo à escolha impossível após a separação dos pais: com qual ficar? Nemo traça uma terceira alternativa, um “tertium quid”. Nega as alternativas dadas pelo jogo, transcende-as e cria sua própria alternativa.

    O filme nos faz lembrar a solução da lógica circular do clássico paradoxo grego do cretense mentiroso: um cretense afirma que todo cretense é mentiroso. Como ter certeza da afirmação se sabemos que todo cretense mente. Por outro lado, se mente, então está dizendo a verdade! Como solucionar esse paradoxo? Como Nemo resolve a escolha de alternativas que se anulam? A única solução está fora da jogada, em um nível lógico acima, onde Nemo compreende, de uma só vez, todos os caminhos possíveis do hipertexto da existência, a compreensão intuitiva do todo: a gnose.

    O Filme Gnóstico europeu e norte-americano

    Desde a década de 90, acompanhamos o fenômeno do filme gnóstico para massas, em produções norte-americanas hollywoodianas, do qual filmes como “Show de Truman” e “Matrix” tornaram-se um paradigma do gnosticismo pop. Na Europa o filme gnóstico se restringe ao gnosticismo Cult em filme “de arte” (como “Zardoz” ou “O Homem que Caiu na Terra” dos anos 70).

    Exemplos de filmes gnósticos europeus atuais como “O Homem que Incomoda” e “Lunar” (veja links abaixo) parecem apontar para uma produção cinematográfica que pretende também popularizar a mitologia gnóstica. O filme “Sr. Ninguém” (uma co-produção Canadá/Bélgica/França/Alemanha) nos faz lembrar de uma estética mais hollywoodiana ou comercial encontrada em filmes como “Show de Truman”, “Donnie Darko” e “O Fabuloso Destino de Amelie Poulin”.

    Porém as semelhanças entre o filme gnóstico europeu e norte-americano param por aqui. Enquanto filmes norte-americano atuais como “A Origem” e “Alice in Wonderland” de Tim Burton (verdadeiras apologias ao gnosticismo cabalístico das neurociências e ciências cognitivas) parecem perder o componente crítico dos filmes gnósticos que marcaram os anos 90, ao contrário, no cenário europeu o filme gnóstico mantém a narrativa mitológica do Gnosticismo clássico: o homem, submetido ao esquecimento, prisioneiro em um cosmos físico imperfeito criado por um Demiurgo.


    Texto de "Cinema Secreto: Cinegnose"

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    quinta-feira, 23 de agosto de 2012

    Documentário - The Mindscape of Alan Moore

    Documentário de 2003 sobre o escritor, médium e ocultista Alan Moore, criador de V de Vingança, Watchman, entre outras obras.
    Nesse documentário Alan começa contando um pouco sobre sua vida e o inicio de sua carreira. Explica da onde surgiu o seu interesse em ocultismo e oferece uma visão geral, mas bem explicada sobre o assunto, também da sua opinião sobre o que é magia e como esse conceito é aplicado na nossa cultura moderna.
    Não é sempre que se ve um ocultista abrindo a sua vida e os seus conhecimentos para pessoas em geral.
    Com certeza vale a pena conferir!


    Trecho onde ele explica sua visão sobre a magia.


    segunda-feira, 13 de agosto de 2012

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